Entre 93 e 95, o Flamengo se desfez de uma das gerações mais
promissoras do futebol brasileiro. Marcelinho, Paulo Nunes, Djalminha, Rogério,
Fabinho, Júnior Baiano, Marquinho, Piá e Nélio foram negociados com clubes
brasileiros, a preço de banana.
Infelizmente, o Flamengo caiu nas mãos de pessoas pouco
preocupadas com seu futuro, mas muito interessadas em tirar proveito pessoal as
custas de seu potencial. Tais pessoas interromperam o elo formador, preferindo “investir”
em jogadores sem nenhuma identificação com o manto.
Em93, Djalminha, Marquinho e Marcelinho comemoram o gol de Gaúcho:
Uma das poucas imagens dos três craques vestindo o manto juntos.
As gerações posteriores sofreriam às consequências da falta
de referências mais experientes forjadas na base. Atletas como Sávio, Athirson,
Rodrigo Mendes, Juan, Gilberto, Júlio César, Alessandro, Adriano, Ibson, Renato
Augusto e Jônatas tiveram seus momentos de glória, mas não conseguiram formar
um time capaz de presentear a nação com títulos em série. Hoje, entre os garotos
da base, apenas Luís Antônio e Samir são considerados titulares.

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